Categoria: Geral

  • [Grécia] Ações solidárias em Atenas

    [Grécia] Ações solidárias em Atenas

    Ataque a dois bancos no centro de Atenas

    Um pouco depois das 12 horas de ontem (13 de abril), houve um ataque com martelos, pedras, etc. em dois bancos, o Banco Alfa, na rua H, e o Eurobank  e Trikoupi na rua Solonos. A área estava cheia de policiais, que ainda fizeram uma rápida passagem no bairro de Exarchia, apenas para ser vistos. Se retiraram e a área estava calma novamente.

    Fotos: http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=1281933

    Liberdade a Simos Seisidis

    Em 8 de abril, início da tarde, o Banco Nacional da Grécia, na Praça Exarchia, em Atenas, foi alvejado, como sinal de apoio à Simos Seisidis. Também foram distribuídos panfletos onde se lia “Liberdade a Simos Seisidis” e “polícia e os tribunais vão encontrar-nos em frente de vocês”.

    Simos é acusado e está a ser julgado por roubar o Banco Nacional da Grécia, na rua Solonos, em janeiro de 2006.

    Julgamento adiado

    O julgamento do anarquista Aris Sirinidis foi adiado na sexta-feira passada, pois um juiz estava doente. Não importa quando ocorra, estaremos também ali novamente. Liberdade a Aris Sirinidis!

  • [Reino Unido] Polícia teme protestos de anarquistas durante casamento real

    [Reino Unido] Polícia teme protestos de anarquistas durante casamento real

    A polícia britânica diz temer que grupos anarquistas pretendam realizar protestos violentos durante o casamento real do príncipe William com Kate Middleton, marcado para o próximo dia 29 de abril.

    Em entrevista ao jornal britânico “The Daily Telegraph”, o comandante da Scotland Yard (como é conhecida a polícia metropolitana de Londres), Bob Broadhurst, afirmou que um grupo de pessoas avisou que irá ”deliberadamente almejar” o casamento real.

    Ele acrescentou que tem estado atento a possíveis ataques visando o casamento do príncipe William e Kate Middleton.

    Broadhurst disse que irá dispor de sua autoridade para garantir que o casamento não seja prejudicado pelos protestos.

    “Estou lidando com uma operação de segurança em uma cidade que vive sob ameaça terrorista. Nós usaremos ações contraterrorismo, fecharemos ruas e utilizaremos poderes para abordar e revistar pessoas”.’

    Fonte: agências internacionais de notícias

  • [República Tcheca] Sabotagem em um gerador de energia para camêras de vigilância em uma rodovia

    Comunicado:

    “Na madrugada de 10 de abril fez-se explodir um gerador que fornece energia para uma pequena casa na auto-estrada D1. Como resultado, causou um curto-circuito e a câmera ali estacionada parou de gravar. O estado de controle constante não deve deixar-nos inativos. Eles nos tratam como ratos de laboratório enjaulados num labirinto escuro. Devido à resignação dos cidadãos, são livres para impor o clima de medo que lhes agrada. Uma atmosfera de medo e de execução é acompanhada por um monitoramento onipresente realizado por várias autoridades, para manter sempre um olho naqueles que buscam a liberdade deste círculo vicioso.

    Nós nos recusamos a entrar em um acordo com a vida pré-embalada e pré-concebida.

    Nós nos recusamos a ir trabalhar para que os ricos possam ficar mais ricos e os pobres são forçados a viver das migalhas da mesa do rico.

    Nos recusamos a acatar e obedecer.

    Solidariedade com os presos anarquistas do Chile!

    Honra a Lambros Foundas!

    Abaixo o Estado e o capitalismo!”

    Revoluční boj (Luta Revolucionária)

  • [EUA] Polícia reprime e prende 12 jovens em marcha anarquista, em Portland

    [EUA] Polícia reprime e prende 12 jovens em marcha anarquista, em Portland

    No sudoeste de Portland, na noite de quinta-feira (7 de abril), 12 anarquistas foram detidos durante um protesto contra a brutalidade policial. Eles foram liberados na manhã do dia seguinte.

    Antes de começar o protesto, um oficial encarou uma jovem e empurrou-a violentamente, deixando-a sangrando no chão. Seus companheiros relataram que o policial não quis dar seu número de identificação, mas seu nome era “Weinberger”. Outro policial deteve um manifestante por ter atirado um toco de cigarro no parque.

    Quando aproximadamente 20 manifestantes se reuniram, a marcha começou, liderada por uma faixa que dizia: “Cada policial um assassino, cada juiz um inimigo”. Calculou-se uns 30 policiais requisitados neste momento, ao longo das ruas em azul e amarelo, e ordenando que os manifestantes permanecessem na calçada.

    As fileiras de ambos, manifestantes e polícia, seguiram crescendo rapidamente, chegando a 50 no “Black Bloc”. Mais 35 policiais de bicicleta uniram-se as fileiras das forças da ordem, com mais 6 a cavalos e pelo menos 7 carros da polícia. Alguns seguranças particulares estavam presentes, fustigando as pessoas “suspeitas”.

    Aproximadamente às 19h40, na esquina da 9 e Stark, um tumulto estourou. Spray de pimenta foi atirado em cima da multidão; empurrões, golpes, gritos. Muitos dos manifestantes corriam em todas as direções. A causa do conflito era incerta, mas foi notado por vários observadores de que ambos os lados se contra-atacaram. Testemunhei três detenções, neste momento, incluindo uma menina muito jovem. Os manifestantes relataram sua idade: 14 anos de idade.

    Outro detido não estava se movendo, quase inconsciente, e teve de ser levado pela polícia, com os pés arrastando. Um policial empurrou violentamente um dos manifestantes, ordenando-o permanecer na calçada.

    Enquanto os manifestantes se reagruparam no Parque Obryant, chegaram mais policiais: 20 da tropa de choque, mais 10 a pé e de bicicleta, e pelo menos 10 carros da polícia com as sirenes ligadas. Contei 58 policiais nesse momento.

    Os 15 manifestantes restantes estavam reunidos com seus companheiros e começaram uma marcha em torno dos bairros adjacentes, até a Praça Pioneer. Um coro com frases como “Fuck the Police!”(“Foda-se a polícia”) e “A-C-B!  All Cops Are Bastards!” (“Todos os tiras são uns bastardos”) parecia surpreender alguns transeuntes, enquanto outros simplesmente ficaram boquiabertos de espanto. Vários colocaram seus punhos no ar em solidariedade.

    Às 20h25, 12 manifestantes permaneciam na Pioneer Square. Pelo menos 26 policiais acompanharam de perto cada movimento, com carros da polícia em todas as direções, e um grande caminhão anti-motim rodava lentamente, enquanto 20 policiais permaneceram do lado de outro caminhão.

    A partir deste ponto a marcha continuou pela 3ª Avenida e, finalmente, até a 12ª Burnside Avenue, onde um “muro” de policiais deu-lhes boas-vindas, proibindo a passagem. Os manifestantes finalmente mudaram seu curso através da Stark Street e voltaram para a Pioneer Square.

    Por volta das 21h30 aproximadamente uma dúzia de manifestantes permaneceu em frente ao Palácio da Justiça, com a polícia fazendo “companhia”.

  • Notícias da Grécia

    Notícias da Grécia

    Ong é atacada em Tessalônica

    Na madrugada do dia 1º de abril, em Tessalônica, foram atacadas com bombas incendiárias: a sede da Ong “Centro para Democracia e Reconciliação no Sudeste Europeu”, localizado no bairro Ano Poli, e a sede local da Câmara de Comércio Grego-britânico (centro da cidade).

    Além de ser uma quadrilha capitalista, havia uma razão a mais para atingir a Câmara de Comércio: seu executivo principal é Rigas Tzelepoglou, como o cônsul honorário do Chile em Tessalônica.

    A Ong em questão, como a maioria das organizações não-governamentais, tem as mãos manchadas de sangue e merda da política nos Balcãs. Há também uma surpresa: o tesoureiro da Ong não é ninguém menos que o mesmo senhor Tzelepoglou!

    As ações foram dedicados aos companheiros chilenos em greve de fome, os 5 recém detidos membros da Conspiração das Células de Fogo e outros presos, e assinadas pela Frente Revolucionária Internacional/Célula de Solidariedade “Fogo nas Fronteiras”.

    Escritórios são alvejados em Atenas

    Na madrugada de domingo, 27 de março, o fogo destruiu completamente a escritórios localizados em Halandri (Atenas), da empresa “Eurocopters”, que com subsidiária chamada “Aeroservices”, lida com helicópteros do Exército e da polícia grega.

    Como foi explicado pelos companheiros em seu comunicado, depois de abrir a porta, um forte dispositivo incendiário foi colocado dentro dos escritórios. A ação foi dedicada aos detidos em 14 de março, membros da Conspiração das Células de Fogo e assinada pelo Frente Revolucionária Internacional/Condutas Divergentes pela Difusão do Terrorismo Revolucionário/Célula de Ação Anarquista.

    Ação simbólica na casa de procurador público em Atenas

    Segunda-feira, 4 de março, pela tarde, uns 40 companheiros aproximaram-se, localizada em bairros burgueses do norte de Atenas, da casa do procurador responsável pelo caso da Conspiração das Células de Fogo – K. Baltas – e fizeram uma intervenção simbólica: as paredes foram pintadas, milhares de panfletos foram espalhados pela área, alguns cartazes contra Baltas foram colados e gritaram palavras de ordem (e insultos). Ao saírem, 14 dos nossos companheiros foram detidos por policiais da brigada DIAS, e colocados em liberdade com penas leves (por “danos”, etc.) sem direito a fiança, cerca de 24 horas depois.

    O fato é que logo após esta ação simbólica chegar às “vias de fato”, uma equipe da TV “ANT1” e, provavelmente apressando-se para fazer uma reportagem “quente”, ocorreu um acidente: um dos técnicos morreu quando a antena que manejava encostou-se aos cabos de alta tensão. Obviamente, a imprensa não hesita em ligar essas duas coisas diferentes e totalmente independentes umas das outras, em artigos com manchetes como “Um técnico de TV morre após ataque de anarquistas à casa do procurador.” Sem comentários.

  • Polícia italiana matou Carlo Giuliani em legítima defesa, diz Tribunal Europeu dos Direitos Humanos

    Polícia italiana matou Carlo Giuliani em legítima defesa, diz Tribunal Europeu dos Direitos Humanos

    O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos absolveu o Estado italiano pela morte do anarquista Carlo Giuliani, entendendo que a polícia agiu em legítima defesa. Giuliani fazia parte de um grupo de manifestantes que protestavam contra o encontro do G8 em Gênova, em 2001. Uma das manifestações degenerou em confrontos e ele foi atingido por um tiro no rosto e depois atropelado por um carro da polícia.

    A polícia italiana matou em legítima defesa. Foi o que entendeu o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, ao não responsabilizar o governo italiano pela morte de Carlo Giuliani, durante encontro do G8 em Gênova, em 2001. Para o Tribunal, não houve violação do direito à vida do italiano e a investigação conduzida pelo governo da Itália foi satisfatória. A decisão foi anunciada pela corte na quinta-feira, 24 de março.

    Carlo Giuliani morreu no dia 20 de julho de 2001. Ele fazia parte de um grupo de manifestantes que protestava contra a globalização durante o encontro dos oito países mais desenvolvidos do mundo, que aconteceu de 19 a 21 na cidade italiana de Gênova.

    De acordo com o processo, Giuliani fazia parte de um grupo que atacava um carro da polícia italiana armado com pedras e picaretas. Um dos policiais atirou e atingiu o rosto de Giuliani. Para escapar do ataque dos manifestantes, segundo o Tribunal, a polícia acelerou o carro e passou duas vezes em cima do corpo dele. Só depois chegou o médico, que declarou a morte do italiano.

    A morte do manifestante provocou comoção dentro e fora da Itália. Depois de uma investigação, a justiça italiana concluiu que os tiros foram dados em legítima defesa e que não houve abuso por parte dos policiais. Insatisfeitos com a decisão, os pais e a irmã de Giuliani foram reclamar ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

    No dia 24 de março último, foi anunciada a decisão final do Tribunal. Por maioria, os juízes entenderam que o direito à vida do manifestante não foi violado. Os julgadores consideraram que a polícia atirou em legítima defesa, que ela estava sendo acuada, ameaçada e atacada pelo grupo. Para eles, essa constatação basta para justificar a atitude policial e descartar qualquer abuso.

    O Tribunal também considerou o laudo médico que diz que o que matou Giuliani foi a bala, e não o atropelamento pelo carro da polícia. Ainda assim, considerou legítima defesa a tentativa de fuga dos policiais. Para os juízes, também não há que se falar em investigação ineficiente conduzida pela Itália. De acordo com o Tribunal, o país investigou satisfatoriamente a morte do manifestante.

    Em resposta a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, os pais de Giuliani disseram que a família não se deu por vencida e que seguirão lutando pela verdade.

    Fotos inéditas e a verdade sobre o assassinato de Carlo Giuliani:

    http://www.lacaverna.it/carlogiuliani/carlosequenza.htm

  • [Grécia] “Como um anarquista revolucionário tinha a obrigação de dar uma surra no assassino de um companheiro”

    Na quarta-feira (23 de março), o anarquista Damino Bolano foi citado pelo Ministério Público para depor sobre as bordoadas que ele deu na semana anterior a Epaminondas Korkoneas, o policial que em dezembro de 2008 matou em Atenas Aleksandros Grigoropoulos, e que está atualmente encarcerado na mesma prisão de Domokos.

    A sessão foi realizada na prisão. Damiano se recusou a declarar e assinar qualquer coisa, tudo que ele disse foi: “Como um anarquista revolucionário tinha a obrigação de dar uma surra no assassino de um companheiro”.

    Ele foi condenado a uma ação disciplinar de “um ano sem jornadas”, conta bastante grave na Grécia, considerando que para um dia de trabalho na prisão as autoridades tiram um dia da condenação.

    Na sala também estava presente, protegido por três carcereiros, Korkoneas, a quem Damiano insultava incessantemente.

  • [Grécia] Reivindicações dos incêndios provocados em Atenas

    Comunicado:

    “Desde a África até a América Latina e da Ásia a Europa e América do Norte, os espaços de resistência não só não se extinguem, senão que voltam a se ascender constantemente. Se isto envolve aos movimentos e as formações coletivas, nem que sejam menores numericamente, mais individualidades questionarão o existente.”

    G. Dimitrakis

    Vivemos em um tempo onde tudo está liquidado. Se nos anos anteriores o que podiam nos oferecer era o debilitamento do consumo e da evolução social, a partir de agora a única promessa é a de uma morte lenta. No momento em que a crise econômica se torna mais e mais profunda, mais e maiores segmentos da sociedade se radicalizam e se opõem ao existente. A luta através de todos os meios contra o Estado e os chefes têm se intensificado. Da luta de Keratea e Lefkimmi, a greve de fome dos 300 trabalhadores imigrantes, o movimento “Eu não pago”, os selvagens golpes dos enfrentamentos nos centros das metrópoles, as sabotagens a objetivos governamentais e capitalistas, os incêndios provocados para a desestabilização das estruturas do regime pelas organizações revolucionárias.

    O Estado, por sua vez, levanta seu arsenal legal, material e técnico, tendo como principal objetivo o extermínio do “inimigo interno”. Devido a nova utilização de caminhões blindados com jato de água antidistúrbios e dos contínuos exercícios militares para reprimir as manifestações não conseguem impor a ordem, sem novas leis terroristas, sem novas “guilhotinas” para cair sobre as cabeças das partes mais militantes.

    A atualização da humilhação através dos meios de comunicação não funciona só como um difusor de falsas notícias. Estas despolitizam e apresentam como simples crimes a atores políticos, anarquistas, revolucionários e lutadores. E neste caso, tomar medidas enérgicas por causa do inimigo interno é de grande importância, precisamente porque é a parte social-radical “perigosa”, a que é consciente de si mesma e que combate ao moderno totalitarismo. Este é o elemento regulador do equilíbrio, a promessa da existência e da continuidade do próprio capitalismo. Aqui a força antiterrorista, o “orgulho” da polícia grega, toma o controle… Cria perfis e os canaliza através da imprensa, que divulgam o segredo das conversas telefônicas e transformam as relações de amizade em “organizações terroristas”. Isto vai em direção à fabricação de montagens, como é o caso de Christos Politis. Precisamente por isso que não há margens para erros. O sistema está doente e os opositores políticos devem ser exterminados e isto se torna muito claro.

    Se a partir de agora para nós existe uma aposta, esta é na continuidade da luta. E parte desta luta é nossa solidariedade aos combatentes presos e aos presos políticos. Se a escolha de sabotar as estruturas da soberania é um momento de ruptura e agressividade da guerra social de classes, a solidariedade é a relação qualitativa que une as diferentes partes que contribuem na própria desestabilização, estas partes que – conscientemente ou não – se movem muitas vezes agressivamente contra a estrutura capitalista.

    Nós assumimos a responsabilidade dos incêndios provocados na quarta-feira, dia 2 de março de 2011, em:

    • Eurobank na rua Ethnikis Antistaseos en Kesariani.

    • Secretaria de Impostos em Holargos, na rua Eleftherios Venizelos.

    • Diretórios locais da Nova Democracia (partido opositor de direita), na rua Panagi Tsaldari, área de Tarros.

    Dedicamos nossas ações a:

    Christos Politis, que está preso sem nenhuma prova em função de sua ação subversiva, assim como aos 5 que estão acusados pelo mesmo caso.

    Aris Sirinidis que está sendo processado e seu julgamento será o “programa piloto” de uso de DNA nos julgamentos políticos.

    Solidariedade com os companheiros chilenos que estão em greve de fome pelo “Caso Bombas”.

    Liberdade a todos os lutadores presos!

    Honremos para sempre Lambros Foundas!

    Skie(r)s¹ para propagar a sabotagem noturna

    [1] Jogo de palavras, se tirar a letra (r) significa “sombras” em grego.

    Tradução > Juvei

  • Pacote-bomba explode em quartel na Itália e fere militar

    Um pacote-bomba explodiu nesta quinta-feira (31) no quartel que abriga a sede do comando da brigada paraquedista Folgore, na cidade italiana de Livorno, deixando um militar gravemente ferido.

    Segundo as autoridades, o militar ferido é o tenente-coronel Alessandro Albamonte, de 41 anos, que teve de amputar cinco dedos (dois na mão direita e três na esquerda), bem como ferimentos no rosto e nas pernas.

    Após a explosão, o militar foi levado às pressas ao hospital dessa cidade da Toscana (noroeste), onde os médicos diagnosticaram também danos significativos nos olhos.

    O comandante dos Carabineiros (Polícia com funções militares e de inteligência) em Livorno, Francesco Zati, explicou que o pacote detonado era do tipo utilizado para envio de objetos frágeis. Ele disse que o incidente está sendo investigado.

    Em nota, o Exército indicou que o militar ferido se encontrava em seu escritório, onde provocou a explosão ao tentar abrir o pacote.

    Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, mas os investigadores, segundo a imprensa local, trabalham com a possibilidade de que um grupo anarquista esteja por trás do ocorrido.

    Eles também não descartam que o pacote-bomba possa estar relacionado aos ataques de características similares registrados em dezembro passado em diversas embaixadas em Roma, reivindicados pela Federação Anarquista Informal (FAI).

    Fonte: agências internacionais de notícias

  • Anarquistas gregos tomam a embaixada do Chile em solidariedade ao “Caso Bombas”

    Anarquistas gregos tomam a embaixada do Chile em solidariedade ao “Caso Bombas”

    Em solidariedade aos acusados no “Caso Bombas”, um grupo de anarquistas tomaram, na manhã desta segunda-feira (28), a embaixada chilena na Grécia.

    Por uma hora aproximadamente esteve ocupada a Embaixada do Chile na Grécia, em Atenas, em solidariedade aos acusados no “Caso Bombas”. Nenhuma pessoas foi detida.

    Segundo explicou a embaixadora Carmen Ibanez ao canal TVN, a ocupação durou cerca de uma hora, por volta das 10h20 da manhã na Grécia.

    “Esta manhã ocuparam nossa embaixada, por uma hora, 30 jovens anarquistas que diziam vir de forma pacífica, e assim foi até este momento. Gostaríamos de saber qual o próximo passo”, afirmou Ibañez.

    Funcionários do corpo diplomático informaram que abriram as portas porque uma mulher, que teria sotaque chileno, “disse que queria a uma renovação do passaporte. Quando ela entrou, deixou passar pelo menos 30 jovens que começaram a enviar fax ao Ministério da Justiça e ao Ministério das Relações Exteriores do Chile”.

    O comunicado que os anarquistas deixaram no lugar dizia: “Solidariedade aos companheiros e companheiras em greve de fome no Chile pelo Caso Bombas. Exigimos a libertação imediata de todos eles, o fim da montagem jurídico-policial, o fim da Lei Anti-terrorismo, herdada da ditadura e aperfeiçoada pela democracia, e o fim dos prazos de investigação e realização imediata de um julgamento justo”.

    O pedido foi deixado na Embaixada e foi enviado por fax da Grécia às autoridades do Chile (cópia abaixo).

    Vídeo imprensa corporativa:

    http://www.24horas.cl/videos.aspx?id=112514